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Terapeutas da Neurofisio Intensiva participam de curso sobre Autismo

Entre os dias 16 e 18 de setembro, as terapeutas da Neurofisio Intensiva Karla (fonoaudióloga), Maiara (fisioterapeuta) e Raquel (terapeuta ocupacional) realizaram o curso “Autismo, Interação Prazerosa e Aprendizagem”. Ministrado por Mariana Tolezani da Inspirados pelo Autismo, o curso apresentou a abordagem responsiva, interacionista, motivacional e lúdica, além de propor o desenvolvimento das habilidades sociais das pessoas com autismo através de interações prazerosas.

Esse método valoriza a motivação intrínseca para a participação nas atividades. Quando a criança participa da atividade interativa apenas para ganhar um prêmio externo no final como, por exemplo, um chocolate, a motivação nesse caso é extrínseca à atividade sem conexão. Já se a criança participa da atividade interativa porque tanto o papel do adulto como o papel da criança são interessantes para ela, a motivação é intrínseca, diretamente ligada à atividade. Assim, o autista tende a querer permanecer mais tempo na atividade e consequentemente tem maior disponibilidade para superar seus desafios
Nesse sentido, o elemento lúdico promove a flexibilização e expansão do pensamento, a curiosidade pelo novo, a criatividade e a expressividade, em um ambiente em que a criança se sente segura e confortável para explorar novas possibilidades, criar conexões, desenvolver novas habilidades. É o aprender brincando.

De acordo com a fonoaudióloga Karla Lins, esse curso ofereceu um embasamento muito significativo para sua prática, pois apresentou técnicas lúdicas que estimulam a criança a manter o contato visual, desenvolver a alimentação e o desfralde.
Para a Inspirados pelo Autismo, a participação dos pais no processo de aprendizagem é muito importante, além, é claro, do acompanhamento de uma equipe profissional multidisciplinar, da parceria com a escola e a possível colaboração de voluntários.
Por fim, é importante destacar que o autismo não deve ser visto como um inimigo a ser combatido pela família, mas como parte do indivíduo. No processo de inclusão dessas crianças, pode ser necessário adaptação do ambiente físico, além de uma educação social diferenciada, tratamentos de integração sensorial e biológicos. 
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