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Entenda como é o tratamento para corrigir o pé torto congênito

Foto: google

No primeiro momento, descobrir que seu bebê nascerá com pé torto congênito pode causar um susto, mas você sabia que esse é um problema muito comum? Um em cada 1000 recém-nascidos tem o pé torto.


Algumas pesquisas indicam que essa má formação pode acontecer em decorrência de uma parada no desenvolvimento do pezinho ainda no terceiro mês de gestação. O bebê nasce com os pés virados para dentro, gerando um apoio inadequado no tornozelo.

Lorenzzo aos 3 meses, com gesso

É importante que a família participe do tratamento e entenda o que acontece para ajudar.  O tratamento é longo e começa nas primeiras semanas de vida. Inicialmente é necessário colocar gesso nos pés e pernas e trocá-lo semanalmente. Depois desta etapa, em mais de 90% dos casos é necessário fazer uma cirurgia de correção simples, que se baseia em um corte no meio do tendão para que ele se solte. Na sequência, o paciente precisa utilizar órteses para dormir até completar 2 ou 3 anos. Quando a criança começa a andar ou já fica em pé com apoio, troca as órteses por botas ortopédicas e palmilhas especiais, que ajudam a orientar o crescimento dos pés.


Lorenzzo aos 3 anos

O tratamento fisioterapêutico para pé torto congênito inclui manipulações, alongamentos e bandagens. Trabalha-se o fortalecimento dos músculos das pernas e ajuda a criança a apoiar os pés corretamente.


Aqui na Neurofisio Intensiva, nosso gatinho Lorenzzo Cipriano, 3 anos, nasceu somente com o pezinho direito torto e passou por todas as fases do tratamento citadas neste texto, obtendo um resultado excelente.
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